Luís Santos

Natural de Lisboa.

Desde cedo começa a estudar música, canto coral e violino. Faz a sua formação no Conservatório Nacional em Lisboa. Como bolseiro da Juventude Musical, frequenta cursos na Hungria e Suécia. Mais tarde na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian aperfeiçoa os seus estudos na Suíça e também em Londres onde estuda durante três anos.

De regresso a Portugal, ingressa na orquestra do Teatro S. Carlos. É membro da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde a sua fundação em 1993. Paralelamente desenvolve actividade docente, primeiro na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, e actualmente no Conservatório Metropolitano de Lisboa, onde dirige a orquestra dos mais jovens dessa instituição. Na vertente performativa é fundador de alguns grupos de música, nomeadamente Capela Real, Quinteto Lusitânia e Real Teatro da Ópera de Queluz, com os quais desenvolveu intensa actividade não só em Portugal mas também no estrangeiro (Espanha, Itália, França, Inglaterra e Índia). Colabora ainda com muitos outros grupos dos mais variados estilos, em Portugal e também no estrangeiro e mais recentemente integra o grupo Corvos.

É maestro director da orquestra Círculo de Música de Câmara.

Desde cedo começa a estudar música, canto coral e violino. Faz a sua formação no Conservatório Nacional em Lisboa. Como bolseiro da Juventude Musical, frequenta cursos na Hungria e Suécia. Mais tarde na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian aperfeiçoa os seus estudos na Suíça e também em Londres onde estuda durante três anos. De regresso a Portugal, ingressa na orquestra do Teatro S. Carlos. É membro da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde a sua fundação em 1993. Paralelamente desenvolve actividade docente, primeiro na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, e actualmente no Conservatório Metropolitano de Lisboa, onde dirige a orquestra dos mais jovens dessa instituição. Na vertente performativa é fundador de alguns grupos de música, nomeadamente Capela Real, Quinteto Lusitânia e Real Teatro da Ópera de Queluz, com os quais desenvolveu intensa actividade não só em Portugal mas também no estrangeiro (Espanha, Itália, França, Inglaterra e Índia). Colabora ainda com muitos outros grupos dos mais variados estilos, em Portugal e também no estrangeiro e mais recentemente integra o grupo Corvos. É maestro director da orquestra Círculo de Música de Câmara.


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